

Durante os anos, várias pessoas passam pelas nossas vidas. Umas com grande importância, outras nem tanto.
Perdemos o contato com muitas dessas pessoas...tanto as úteis, como as inúteis.
Existem aquelas que você "moveria o mundo" para não reencontrar. Do contrário, existem outras pessoas,que rever, é um prazer imenso.
É difícil definir um grande encontro.
Sentimentos, sensações, pensamentos..tudo junto e misturado!
Aquela saudade que você não mais percebia ou talvez nem mesmo existisse, se mostra presente...novamente ou finalmente!
O depois é completamente indefinido.
Mas não importa. Se o reencontro foi bem vivido, as boas lembranças estarão sempre presentes.
Valeu a pena.

Papai Noel é um personagem inspirado em São Nicolau Taumaturgo, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV. Nicolau ajudava pessoas necessitadas, sempre no anonimato.
Colocava saco com moedas de ouro na chaminé das casas para ajudar quem precisava. O declararam santo devido a muitos milagres que lhe foi atribuido após sua morte. Se transformou em símbolo natalino na Alemanha entre as igrejas protestantes.
Roupa do Papai Noel
Clemente Clark Moore, um professor de literatura grega de Nova Iorque, divulgava que papai noel viajava num trenó puxado por renas. Como também o fato dele entrar pela chaminé.
A vestimenta do papai noel antigamente era voltado para o tom marrom, não havia um padrão. Foi em 1886, o cartunista Thomas Nast, introduziu a roupa vermelha, o gorro e o cinto preto.
Não se sabe ao certo, mas falam que é em uma cidade da Noruega. Na época de Natal ele se vê muito ocupado ajudando a empacotar presentes.
Em outros paises Papai Noel tem outras denominações:
- Alemanha – Kriss Kringle ( Criança do Cristo)
- França – Pere Noel
- Santa Claus – EUA
- Itália – Belfana ou Babbo Natal
- Dinamarca – Juliman
- Costa Rica, México, Colômbia – El Niño Jesus
- Japão – Jizo
e outros…
A exemplo de São Nicolau, devemos ser caridosos, ajudando ao próximo , atendendo suas necessidades, para que isso ocorra só tendo amor ao irmão.

A onda ainda quebra na praia,
Espumas se misturam com o vento.
No dia em que ocê foi embora,
Eu fiquei sentindo saudades do que não foi
Lembrando até do que eu não vivi
pensando nós dois.
Eu lembro a concha em seu ouvido,
Trazendo o barulho do mar na areia.
No dia em que ocê foi embora,
Eu fiquei sozinho olhando o sol morrer
Por entre as ruínas de santa cruz lembrando nós dois
Os edifícios abandonados,
As estradas sem ninguém,
Óleo queimado, as vigas na areia,
A lua nascendo por entre os fios dos teus cabelos,
Por entre os dedos da minha mão passaram certezas e dúvidas